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Elídio Bar
O bate-papo pode começar com a pergunta típica dos amantes do futebol: “Você lembra daquele...?” A resposta é o nome de um jogador, que atuou por certa equipe há alguns anos (senão muitos). Esse é o clima do Elídio Bar, estabeleciemento de propriedade do sr. Elídio, um são-paulino que é uma referência quando o assunto é bola nos pés.
O futebol está nas rodas de conversas do lugar, nos retratos autografados na parede e no restante do material de arquivo do proprietário, que fica em sua casa e inclui fotos e camisas (relíquias) assinadas pelo rei Pelé. Seu Elídio é uma pessoa moderada, com bom humor, que gosta de conversar e relembrar o passado glorioso do esporte, mas não de se envolver em discussões violentas ou extremadas. Ele até ajudou com material e informações o cineasta Ugo Giorgetti, no filme Boleiros.
Paralelamente a esse clima ameno, ele serve chope da Brahma que sai de uma máquina identica à do Bar Léo, importada de Munique, na Alemanha. A bebida é servida na temperatura certa, cremosa e com colarinho. Para comer, seu estabelecimento tornou-se outra referência: o balcão reúne 130 tipos de petiscos (que inclui berinjela e tomate italianos e frios diversos), onde o cliente monta seu prato e paga por peso.
Outro destaque é o pão de alho, uma fatia italiana embebida no azeite e levada ao forno. Depois de assada, ela recebe alho e torna a voltar às altas temperaturas. A croquinha é outra grande pedida: trata-se de uma sardinha aberta, sem cabeça, empanada na farinha de mandioca fina e frita em óleo bem quente.
Foto: Cleber Bonato
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(3 comentários)
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Avaliação de Fábio Verdelone Santinelo Pereira: 
A decoração do bar é bem original. Um ótimo lugar para fazer um happy hour com os amigos. O bolinho de carne é muito bom, o chopp Brahma é servido no ponto e o atendimento é muito bom. Eu Recomendo!
Avaliação de José William Caporrino: 
Pela fama, esperava mais. Chopp não estava na temperatura e nem com o colarinho ideal . Atendimento razoável e petiscos dentro de um padrão de razoável a bom. Minha infelicidade, acho, foi ter ido ao Juarez da Juscelino na noite anterior, o melhor!
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