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Solar da Marquesa de Santos (Reforma inaguração prevista para 2010)
A casa serviu de residência a D. Maria Domitília de Castro do Canto e Mello, que comprou o local da filha do Brigadeiro Joaquim José Pinto de Moraes Leme, em 1843, alguns anos após ter rompido seu relacionamento com D. Pedro I. Depois disso, o Solar se transformou numa das mais aristocráticas residências e passou a ser conhecido como Palacete do Carmo.
Antes de pertencer a ela, era formado por dois antigos sobrados. O mais velho deles, considerado a parte nobre do que hoje constitui o prédio, foi construído em pau-a-pique e taipa de pilão. Devido a essas características, é considerado o último exemplar de arquitetura residencial urbana do século 18.
Em 1975, serviu de sede à Secretaria Municipal de Cultura, que lá permaneceu até 1984, quando foi interditado por motivos de segurança. Em 1991, passou por um processo de restauração e hoje assemelha-se a uma construção neoclássica da segunda metade do século 19.
Entre as atividades realizadas no Solar estão uma exposição permanente sobre a vida da Marquesa de Santos, mostras temporárias, consulta a um arquivo de negativos de São Paulo em suas várias épocas, projeto da 3ª idade (com histórias da cidade e passeios culturais), serviço educativo para escolas públicas e atividades voltadas à preservação do patrimônio histórico e cultural.
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(2 comentários)
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Avaliação de Roberto Marinho: 
Infelizmente o lugar não está bom. Precisa de reformas e de melhor planejamento para expor o acervo e as exposições temporárias, essas nem folhetos tem. Mas recomendo a visita por se tratar de um lugar que guarda um pouco da História de São Paulo.
Avaliação de Vanessa Ribeiro Curcio: 
Lugar tranquilo e pouquíssimo conhecido bem no centro de SP. Exposição muito interessante, bem distribuída, fica pertinho do Pátio do Colégio.
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