Galeria do Rock
Caminhando pela rua 24 de maio, a Galeria do Rock chama a atenção logo por sua fachada. O formato ondulado foi idéia de Alfredo Mathias, que se inspirou no projeto arquitetônico de Oscar Niemeyer, criador do famoso edifício Copan. Lá dentro, cerca de 200 lojas dedicadas ao hip-hop, MPB, blues e, claro, rock atraem cerca de 15 mil pessoas por dia – no sábado, a média sobre para 20 mil. CDs, discos, pôsteres, bandeiras, camisetas, vídeos, fãs-clubes e estúdios de piercing e tatuagens também podem ser encontrados no prédio. Tudo isso, gerenciado pelo síndico Antonio Souza Neto, o conhecido Toninho da Galeria.
Na verdade, o nome oficial do local é Shopping Center Grandes Galerias, centro comercial criado em 1963, com diversos salões de beleza, casas de consertos e outros estabelecimentos. Alguns desses comerciantes permanecem no prédio, mas desde o final dos anos 70 o local começou a receber um grande número de lojas voltadas para a música, principalmente para o rock – a mais antiga é a tradicional Baratos Afins. A Galeria do Rock também ficou marcada pela visita de nomes ilustres como Bruce Dickinson, Kurt Cobain e o grupo Sepultura.
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